QUEM SOMOS?

Em nosso caminhar de luta, em atuação real no cotidiano do chão da fábrica do sistema prisional, a identidade de propostas e a necessidade da organização social, nos congregou na estruturação do Instituto, sabendo que nessa caminhada outros corpos e almas se juntarão com o mesmo propósito.

No momento, somos:

 

 
Adson Bizerra Lima – Assistente Social, graduado pela Universidade Católica do Salvador. Ativista social em defesa dos direitos humanos.
Por que IPCDH?
Por acreditar no NOVO, potencializado no SENTIMENTO DE PERTENCIMENTO. Sinto-me honrado em poder fazer parte do Instituto Popular Cárcere e Direitos Humanos – José Pereira da Conceição Junior, uma organização popular que, dia após dia, luta em defesa pela efetivação e garantia dos Direitos Humanos, dando as mãos para o OUTRO, uma vez que esse OUTRO É O NOSSO SEMELHANTE

Agnaldo Cosme da Cruz Soares Junior: Técnico em Segurança do Trabalho. Funcionário da Petrobrás.
Participar do IPCDH é, entre outras frentes, promover através da luta social a justiça, nomeadamente dentro do sistema prisional
 

Anete Oliveira Gomes, advogada, graduada em Direito pela Universidade Católica do Salvador – UCSal, especialista* em Ciências Criminais pela Faculdade Baiana de Direito. Lidar com pessoas em privação de liberdade, reconhecer nossa responsabilidade coletiva diante do caótico sistema de (in)justiças é fundamental quando se tem por finalidade o fortalecimento e empoderamento da sociedade civil. Esse é o nosso papel no IPCDH.
 

Dinaldo Dos Santos: Graduado em Jornalismo pela Faculdade 2 de Julho, com experiência em jornal impresso, produção de Rádio e TV, asssessoria de comunicação e webjornalismo.
Por que IPCDH? Quando faltam políticas públicas que viabilizem a igualdade social em uma nação, é chegada a hora de reunir forças paralelas para angariar recursos que possibilitem o mínimo de justiça para garantir a cidadania. Acreditando nisso e buscando colaborar com o outro, sou parte integrante do IPCDH.

Emerson Martins dos Santos, advogado e professor universitário, doutorando e mestre em Direito pela Universidade de Lisboa, pós-graduado em Direito Educacional (PUC/MG), em Docência do Ensino Superior (UFRJ), em Direito Processual (UNIP) e graduado em Direito pelo Centro Universitário Eurípedes de Marília (UNIVEM). Experiência na área educacional, desde o ensino fundamental (professor de língua portuguesa da rede pública), passando pelo ensino técnico profissionalizante (SENAC e Colégio Albert Einstein), pela graduação (IESUB e UNIBAN), até a pós-graduação (Faculdade do Cerrado Piauiense – FCT); professor e coordenador acadêmico do Curso de Direito do Instituto de Educação Superior Unyahna de Barreiras (IESUB), na Bahia (2006-2010); Presidente do Instituto de Ciências Jurídicas e Sociais da Universidade Bandeirante de São Paulo (UNIBAN, 2010-2011); autor de artigos jurídicos em revistas especializadas e em obra coletiva. Oficial de Infantaria e da área do Direito do Exército Brasileiro (1º Ten.), tendo servido em diversas unidades militares do Estado de São Paulo (1994-2001). 
Por que estou no IPCDH? Os que mais precisam não têm acesso às informações, aos direitos de cidadania e recebem exíguas alternativas do poder constituído para acessá-las e exercê-los. Quero contribuir para melhorar essa realidade.

Florival José Bomfim Júnior, Trabalhador do Banco do Brasil S.A, Engenheiro Agrônomo, Graduado na Universidade do Médio São Francisco – FAMES – , Advogado, Graduado na Universidade Católica de Salvador- UCSAL, ativista sindical com mais de vinte quatro anos de luta pela causa dos trabalhadores.
Por que o IPCDH?
Um estender e entrelaçar das mãos para com os excluídos e descamisados do mundo, um misturar aos Zés do mundo, num olhar terno e revolucionário mirando a superação das estruturas desumanas.

Iralva Lima, graduada em Serviço Social, pós graduada em Saúde da Família, técnica de enfermagem, especialização em dependência química.

Porque ipcdh? Esposa de Jose Pereira, preto, pobre e injustiçado, por uma justiça indecente e corrupta, contribuir  com consciência e lucidez para que seja feita uma justiça mais digna e menos dolorosa.
 

Jaíra Capistrano da Cruz Soares: Historiadora e Advogada, graduada pela Ufba. Pós graduada em Direito do Trabalho, Mestre , Doutora e Pós Doutoranda pela Universidade de Lisboa. Ativista social.

O Instituto é a concretização da proposta de um instrumento de luta em defesa da humanização da pena. Emancipar politicamente o coletivo envolvido com a pauta do sistema prisional provoca, inegavelmente, qualidade nas ações de intervenção ao tempo que evidencia essa dimensão perversa da sociedade do capital.

Joana Borges Kuhn; Advogada; pós-graduanda em Ciências Criminais pela Universidade Católica do Salvador;  Bacharela em Direito pela Universidade Católica do Salvador; Atuação no Patronato de Presos e Egressos da Bahia, contribuindo como Advogada Monitora (2015/2016).
 
Por que IPCDH? Faz parte da compreensão de que existe uma dívida social, marcada pela manutenção dos privilégios, dos abismos causados por muros, coexistentes e corroborativos com as prisões-prédio. Na busca por uma atuação que não se limita a indagação “para que(m) serve seu conhecimento?” – questionamento que, quando isolado no âmbito acadêmico, é mero mantenedor do local de poder – mas o de se relacionar com o outro, no entrelace dos afetos, capaz de potencializar as vivências coletivas. É a tentativa de aprender e contribuir, pensar e atuar dentro/com as prisões, tendo em vista os horizontes utópicos da liberdade
 

Lucas Gavazza : Advogado, especialista em Direito do Estado e Tributário. Acredito que a maior virtude capaz de levar a sociedade para caminhos melhores é acreditar nas virtudes dos outros e valorizá-las. Penso ser necessário entender que todos têm, por essência da condição humana, uma bondade para ser trabalhada e esse valor é o que norteia minhas ações na vida e as expectativas que tenho no IPCDH.

Marcele Silva do Valle, bacharel em direito pela UFBA, turma 97.1. Advogada cujo exercício é considerado incompatível pelo estatuto da OAB por estar exercendo cargo público servidora do Tj Ba, mestrado em desenvolvimento regional e meio ambiente pela rede PRODEMA UESC, não concluído.
Porque o IPCDH? O sentimento de repulsa ao que é injusto alimenta e energiza a alma para a resistência, impulsiona para a ação. É a certeza que o ser humano em essência é bom e que travar o bom combate nos aproxima dessa essência que nos une a todos e nos alimenta da esperança da superação das opressões. O cárcere é a face mais perversa do sistema do capital. É preciso superá-lo.
 
Ricardo Passos, advogado, apresentador de televisão, Graduado em Direito pela Faculdade Ruy Barbosa; Especialista em Processo Civil pela Universidade Salvador  – Unifacs; Especializando em Direito Imobiliário pela Escola Paulista de Direito – EPD; Bacharelando em Ciência e Tecnologia pela Universidade Federal da Bahia – UFBA; Mestrando em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação pelo Instituto Federal da Bahia – IFBA e aluno e membro do fórum da World Intellectual Property Organization Worldwide Academy – WIPO.

É com muito orgulho que faço parte do Instituto Popular Cárcere e Direitos Humanos José Pereira. Acredito que a inovação deve permear todas as ações em nossas vidas, sobretudo em relação às políticas de segurança pública e o cárcere, para a total efetividade dos direitos humanos

Em nosso caminhar de luta, em atuação real no cotidiano do chão da fábrica do sistema prisional, a identidade de propostas e a necessidade da organização social, nos congregou na estruturação do Instituto, sabendo que nessa caminhada outros corpos e almas se juntarão com o mesmo propósito.